Artes, História e Filosofia: que delícia de lição!

Aqui estamos nós novamente dando uma amostra de como trabalhamos. Associar as Artes com as disciplinas é um dos meios de aprendizagem favoritos daqui de casa. Desse modo, de “uma cajadada só” aprendemos vários aspectos de um tema.

Já postei aqui um texto sobre a interdisciplienariedade da Teologia com a Arte. Agora, associamos a História e a Filosofia. O tema foi A Morte de Sócrates, retratado por Jacques-Louis David. Eis o resultado da atividade proposta.

Sócrates

Socrates

Sócrates foi um grande filósofo da Grécia que nasceu em Atenas em 470 a.C. Seu pai foi um famoso escultor e sua mãe foi uma parteira. Cresceu e se tornou soldado, escultor, político e finalmente filósofo em sua maturidade.

Trazia consigo pensamentos novos para as pessoas, que se escandalizavam e estranhavam as afirmações que o filósofo fazia. Seus pensamentos eram focados ne essência do homem e em absolutos, coisa que muitos filósofos não chegaram a pensar pois estavam concentrados em entender o sentido da natureza.

Sócrates admirava as pessoas que reconheciam que não sabiam de nada, considerando assim os ignorantes como sábios. Para ele,  ignorantes eram aqueles que afirmavam saber sobre várias coisas e que afirmavam que tinham superioridade sobre outras pessoas em certos assuntos.

Mais tarde foi considerado como o homem mais sábio que existia pelo Oráculo de Delfos. Sócrates não ficou orgulhoso, mas surpreso porque afirmava que não era tão sábio  e disse sua frase mais famosa: “só sei que nada sei ”, conhecida como o paradoxo socrático. Então, após sua visita ao oráculo ele passou a procurar homens famosos, afirmando que seriam mais sábios que ele, mas ficou decepcionado: todos eram ignorantes.

O filósofo era amado por seus aprendizes, principalmente por Platão, o seu  sucessor, que citava seu mestre como protagonista em várias obras literárias suas. Mas Sócrates também possuía inimigos que semeavam afirmações falsas sobre seus ensinamentos. Por causa dessas afirmações Sócrates foi levado ao julgamento que traria sua morte.

Nesse julgamento, o filósofo era acusado de confundir a cabeça dos jovens atenienses e negar as divindades gregas. Sócrates se defendeu com argumento de seus pensamentos: de que não era sábio e também falho. Essa foi a oportunidade que os juízes esperavam, e condenaram Sócrates a morte por envenenamento.

Na obra “A Morte de Sócrates” feita por Jacques Louis David podemos ter uma ideia de como foi o momento de sua morte; a mão do filósofo estendida ao cálice de veneno enquanto ensinava aos seus amigos e aprendizes que a morte era um presente bem recebido àqueles que foram incompreendidos.

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